sexta-feira, 25 de maio de 2012

CADICAS

Após tanto tempo na escuridão este blog volta à ativa
dica da semana: MAXACTVP
ESCOLHA A OPÇÃO 64
É O NUMERO MÁXIMO DE MVIEWS QUE SEU CAD PODE MOSTRAR NO PAPER SPACE!
VALEU NEWTON!

domingo, 22 de maio de 2011

Engenharia Pitágoras

Esta semana fizemos algo diferente na disciplina de DesenhoTécnico, do Pitágoras:
Fizemos uma simulação de como seria fazer um levantamento in locco - o banheiro - e passamos as informações à limpo  na mesma aula. Este tipo de exercício pragmático é muito importante no aprendizado, segundo a linha pedagógica do qual sigo. o próximo exercício também será prazeiroso e surpreendente.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Revista DeZignos #03



grata surpresa a dezignos #3, revista mentalizada por márcio duarte.
saudades imensas dos nobres companheiros: mácio duarte, lucas funari, fernando netto, lídia basoli, cort9, fábio borgues!

domingo, 27 de março de 2011

EXTRA EXTRA - capitalismo pode ter acabado com a vida em Marte!

Hugo Chavez acaba de inaugurar uma coluna em nosso blog, denominado de EXTRA-EXTRA... seguido de uma baboseira qualquer:

Presidente venezuelano, Hugo Chávez, diz que capitalismo pode ter acabado com a vida em Marte

"Eu sempre digo, e ouço, que não seria estranho se tivesse existido uma civilização em Marte, mas talvez o capitalismo tenha chegado lá, o imperialismo chegou e acabou com o planeta" - Hugo Chavez em discurso nesta terça-feira para marcar o Dia Mundial da Água.

Para esta pérola negra apenas uma comentário: será água que passarinho não bebe neste copo!? saúde!

e só para não perder a piada: "sigam-me os bons!"

sábado, 26 de março de 2011

cyberpunk

O CYBER PUNK É um subgênero da ficção científica cujo termo "cyberspace" fora criado e popularizado pelo escritor William Gibson através do livro de ficção: Neuromancer (1984), em tempos "pré-internet".

capa do livro NEUROMANCER. Fonte: google imagens

CHIBA CITY BLUES

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O triste destino de Amélie Quincampoix


Somos todos personas do palco existencial. Todos coadjuvantes da épica história da humanidade. O que pretendo propor é quanto enquanto personagens somos interessantes. Será que Amélie Poulain, por exemplo, seria tão interessante como uma pacata dona de casa denominada de Amélie Quincampoix?

As melhores histórias nos são contadas em algumas dezenas de páginas ou em poucas horas de filme. Todos os nossos mais queridos personagens vivem em um universo compacto e paralelo o resto das suas vidas. Nossos mais bonitos ícones influenciam nossas próprias vidas a ponto de construirmos em nós mesmos os traços mais característicos e marcantes para nossa existência. E construímos nossas personas como um ator elabora sua interpretação de uma cena.

Todos os personagens são construídos à partir da construção referenciada e esteriotipada do mito.

Se "Foulcaut desloca o conceito de mito, que antes designava uma representação coletiva mais ou menos irracional. Foulcault fala dos mitos que condicionam “as possibilidades míticas de uma cultura”. Um mito é uma ficção, só se opõe às ficções que desmitificam; uma ficção é um mito se implica no Mito no sentido platônico, se sustenta no mito da origem que direciona e contém a verdade imutável, da essência, da existência de uma palavra fundadora. As ficções de Foulcault fabricam verdade e experiências novas, enquanto que a eficácia dos mitos é a de manter a continuidade das experiências; novos mitos são produzidos, mas continuam sendo mitos do Mito, de que devemos olhar para trás para prever o futuro, porque a história seria contínua, a natureza do homem imutável. Os mitos da história tem seu fundamento no próprio modo de se fazer a história. No entanto, diz Foulcaut em L’arrièrefable, “Nenhuma época usou todos os modos de ficção (...); exclui-se sempre algumas delas (...); outras, em contrapartida são privilegiadas e definem uma norma.” De um lado a ficção só é eficaz se respeita as condições míticas, mas por outro é possível uma desmitificação. Isto porque a ficção hoje para ser eficaz deve se colocar como fundada e fundadora, e a história se coloca assim. Só se sustenta o Mito com a continuidade da história; com princípios de ruptura na história, faz-se do Mito um mito. Quanto à possibilidade de uma desmitificação por completo, nossa sociedade está começando a funcionar sem Mito. “A pretensão fundadora é pejorativa porque inútil, a sociedade funcionaria sem fundamento.” (Karina Senra Poignard — cadernos de filosofia contemporânea número 2, +1999).

“O homem é o criador de valores, mas esqueceu sua própria criação”.

A vida humana nasceu do medo e da fuga da natureza. A religião surgiu de rituais para aplacar os elementos naturais. A transposição dos elementos naturais à “criação” de seres trans-físicos e simbólicos proporcionou aos seres humanos florescerem sem esse medo.

“L’homme qui médite est un animal dépravé” - Rousseau.

O ser não pode confrontar a realidade imediatamente (tête a tête), pois ela o perturba e o assusta; então, ele vive em uma dimensão mais ampla, onde o pensamento é o caminho deste universo simbólico. Entre o mundo das vísceras e o mundo dos desejos, dos instintos, dos sonhos e da fantasia está o ser humano. São dois sistemas de universo onde a linguagem, o mito, a arte e a religião fazem parte do universo simbólico; em contraposto ao universo meramente físico.

A razão é um termo muito inadequado com o qual compreender as formas de vida cultural do homem em toda sua riqueza e variedade. Mas todas essas formas são formas simbólicas. Logo, em vez de definir o homem como animal rationale, deveríamos defini-lo como animal symbolicum”. (Ensaio sobre o Homem - Ernest Cassirer, +1944).

Ao fazermos isso, estamos nos encaminhando para o entendimento do ser e de sua civilização.

Se voltarmos ao exemplo inicial, o tal fabulaso destino de Amélie é na verdade seu destino comum. Seu encontro com Nino nos remete à construção simbólica de seu destino. Cada microcosmo constrõe o seu próprio e à sua maneira a partir da cena final. O meu pós-final particular é o seu casamento com o Sr. Quincampoix e meu total desinteresse por uma personagem com destino; afinal a Amélie é mil vezes mais interessante em busca dele.

O ser humano é simbólico. Tudo em nossas vidas são signos. Recheados de signos e interpretantes vorazes que são, por suas vezes, outros signos.

Quando o autor constrói a mitologia de seu personagem ele jamais estará criando uma história individual, pois as histórias são de todos e para todos. O personagem exposto já não é mais seu e fica sujeito às várias interpretações possíveis além do fim da própria história a ponto da história não ter mais fim. Se não sabemos para onde o personagem vai então, de onde ele vem?

Gilles Deleuze nos introduz ao campo de imanência que é algo como o lugar comum  e ponto de origem de todas as idéias, de todas as coisas e da própria vida ("imanência da imanência" de Deleuze). E assim, pela consciência deste campo trasncede-se a própria existência. (A imanência: uma vida - Gilles Deleuze, +1995).

Os personagens, assim como as histórias e as histórias delas são muito maiores que o próprio autor. O autor é apenas um animal que escreve (ou descreve) para analfabetos, cegos e dementes, como nos indica o próprio Deleuze .

É possível supor que os verdadeiros humanos são os personagens, livres, imateriais, quase espirituais. talvez até imortais. Amélie pode estar aqui, amarrando nossos cadarços, agora mesmo.

Como também é possível supor que os verdadeiros humanos são construídos como se compõe um personagem. Transpomos à nossa própria persona valores simbólicos que consideramos como modelos. E estes modelos são interpretados gerando outros signos de nós mesmos e entre nós mesmos, continuamente.

A essência una e singular da existência é a produção imanente de signos e interpretações singulares de signos dos signos.

E a este "moto contínuo" imanente de signos denominamos vida.


vídeos de apoio (do youtube):


domingo, 25 de abril de 2010

café com mário de andrade


Café com Mário, tudo que esteja relacionado a Mário de Andrade, o Café irá mostar a todos os apreciadores deste paulistano desvairado, por isto sejam bem vindos ao Café com Mário . . .

domingo, 18 de abril de 2010

o novo calçadão de Londrina

A reforma do calçadão de Londrina vem cuidadosamente "planejada" há anos. Pode parecer "teoria da conspiração", mas a manutenção do calçadão foi deixada de lado na última administração - reforma incorretas, remendos com cimento, grelhas enferrujadas, etc. (lembro-me até de tropeçar em um resto do que foi um dia uma placa de trânsito próximo ao Banco do Brasil). Recentemente o calçadão recebeu uma "maquiada", onde sumiram as grelhas de águas pluviais; resultado: poças na imediações ao Ouro Verde.

O petit Pavet deve ser cuidadosamente assentado, manualmente, e, dizem os bons assentadores, deve ser reassentado de 10 em 10 anos para corrigir as acomodações da terra. Uma das soluções seria o lastro de concreto, com uma malha metálica, como contra-piso ao petit-pavet.

O bloco intertravado tem um assentamento similar e também cuidadoso. Porém suas peças são geometricamente idênticas, o que torna o processo mais rápido. O fato de ele estar solto horizontalmente apresentam 2 qualidades fantásticas: ele pode ser retirado e posto a qualquer momento, facilitando a reforma de dutos e galerias abaixo dele; ele é permeável. (ao contrário do petit-pavet). O bloco intertravado é a "bola da vez" na P.M.L., visto as reformas de outras praças. Daqui a 30 nos talvez seja outro e trocaremos tudo de novo.

A acessibilidade do calçadão (velho) poderia ser mantida por rotas delineadas e específicas, tais quais as rotas de concreto varrido executados marginalmente ao novo calçadão. Reparem que nessas rotas também não foi usado o bloco intertravado. Por quê? Porque andar de cadeiras de rodas sobre o bloco também balança. Talvez bem menos que em um local onde o petit-pavet esteja mal assentado ou que sofreu movimentações de terra, como em frente da "praça da bandeira". Certa vez observei um cadeirante passear pelo local e ele chacoalhava tanto que parecia que seria expulso de sua cadeira. A acessibilidade deve ser feita e garantida, não somente no calçadão.

Dizer que o Petit-pavet não presta é porque nunca viu um bem assentado. Ou nunca o viu assentado em shoppings e LISO. É possível polir as arestas. Claro que para uma via de pedestres não seria interessante um piso totalmente LISO; como poucas pessoas devem saber que o petit-pavet da cor preta, quando molhado, é liso feito sabão – em dias de chuva ande pelo branco.

Ou seja: o calçadão velho não é 100%. Mas pode ser acessível e sua manutenção correta e periódica.

Agora imaginem se a moda pega e trocamos todos os pisos de petit-pavet. Imaginem o piso de Copacabana de blocos intertravados?

Tudo bem. Se todos imaginaram menos eu:

Agora imaginem que em todos estes calçadões seus desenhos (contraste, cor...) tenha sido alterados a ponto de serem pálidas lembranças do passado? De ícones urbanísticos, ponto fortes de referência espacial à pálidos reflexos de um dia para o outro? Independentes da estética do gosto ou do belo, a relação simbólica do calçadão, de petit-pavet, do desenho contrastante claro-escuro das correntes estilizadas, é (era) signo desta praça.

Para Londrina deve ser bem fácil, pois apagaram de seu patrimônio cultural outros ícones como quem troca de roupa.

as fotos a seguir foram retiradas do JL:
http://portal.rpc.com.br/jl/online/conteudo.phtml?tl=1&id=992850&tit=Reforma-poe-calcadao-na-berlinda
 





LINKS:

opnião do  arquiteto carioca Hely Brêtas Barros, autor do projeto do calçadão.


quinta-feira, 15 de abril de 2010

casas geminadas - Eng. Walter Monteiro




Projeto de Geminada para o Engenheiro Walter Monteiro, feito em 2009. As construções começam agora em 2010, com foco nos financiamentos "minha casa, minha vida", da CAIXA, com valor estimado de até R$80.000,00.



Um pouco sobre residências geminadas:

Uma parcela significativa de pessoas entram pela primeira vez neste blog através desta postagem. Então creio ser importante destacar algumas informações sobre casas geminadas (e não geRmiadas, por favor!).

A raiz etmológica provém do latim  "gemini", que significa "gêmeos". São 2 casas simétricas e idênticas que dividem o mesmo lote.
Normalmente estes projetos são simplórios, uma vez que os construtores comuns de geminadas não tem formação técnica - são em geral pedreiros e construtores querendo construir o mais precário possível para lucrar "algum"...
Mas existem ótimos exemplos de técnica e projeto. Um bom projeto custa aproximadamente 2 a 3 % do valor total da obra e, em muitas vezes, a técnica destas construções são mais eficiêntes e econômicas e seguem normas rígidas de qualidade e eficiência.
Portanto para comprarem suas GEMINADAS procurem a orientação de um bom profissional habilitado pelo CREA (arquiteto e/ou engenheiro).
Cito como BOM exemplo o excelênte projeto denomindado de:Conjunto Habitacional Box House, do arquiteto Yuri Vital. O projeto venceu o Prêmio IAB-SP 2008 na categoria “Habitação de Interesse Social”.
Vale seguir o exemplo:

imagem fonte: google.



domingo, 11 de abril de 2010

lighting designer Paulo Oliveira




Ilumine a sua vida!
Dê luz à sua vida e à sua casa!
Contrate um Lighting Designer!

quarta-feira, 31 de março de 2010

quarta-feira, 17 de março de 2010

CADicas


Desligando o menu Shorcut na área de desenho.

Um Menu que sempre irrita meus alunos (além de mim mesmo) é o shortcut. Criado para agilizar o acesso a certos comandos mais atrapalha que ajuda - na minha modesta opnião.
para desligar o bendito é só clicar em: TOOLS. Escolha a opção: OPTIONS. Abrirá uma uma janela (OPTIONS) e escolha no menu a opção USER PREFERENCES. EM WINDOWS STANDARD BEHAVIOR deixe "desclicado" (retirar o tique) ítem SHORTCUT MENU IN DRAWING AREA.

e está pronto. Para que gosta, basta "clicar" (ticar)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

CADicas - Mirror e texto


Se você quiser que seus textos não fiquem invertidos quando submetidos ao comando MIRROR:

Command: mirrtext

Enter new value for MIRRTEXT <0>:

0 permite que o mirror não influencie no texto
1 faz com que o texto se espelhe


e pronto.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

CADicas - DICAS CAD DA b-r ARQUIDESIGN



OSNAP PARA HACHURAS

PARA ATIVAR O COMANDO DE PRECISÃO OBJECT OSNAP (F3) PARA HACHURAS BASTA DIGITAR:

Command: osoptions
Enter new value for OSOPTIONS <3>: 0

E ESTÁ PRONTO.

domingo, 8 de novembro de 2009

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

NAZISMO EM ROLÂNDIA - PR



Festa nazista na inauguração da escola alemã de Rolândia, no Paraná, em junho de 1935

reportagem:


sábado, 25 de julho de 2009

o conhecimento das coisas que são

Há seres que compreendem um bom livro ou um bom vinho. Algumas passam a vida toda lendo o mesmo livro para, finalmente, compreendê-lo. Alguns poucos olham uma flor de lótus e percebem, ali, um ensinamento budista qualquer. Conheço muitas pessoas que colecionam símbolos emblemáticos sobre transfiguração da alma ou do ouro. Aguns colecionam séries numéricas em busca do entendimento matemático das coisas como elas são. Poucos manejam o compasso, com pseudo-maestria, em busca de um gesto primordial.

Alguns seres, há milênios, empilharam pedra sobre pedra buscando essa geometria dita perfeita.
Talvez o mais antigo exemplo ainda de pé seja Stonehenge, onde seus círculos estão dispostos em proporção áurea. Este templo solar em homenagem aos Solstício de Inverno, projetado para receber o primeiríssimo raio solar, talvez por pura frenesi ou simplesmente um grande relógio solar.

imagem de: http://cafecomciencia.wordpress.com/2009/06/20/stonehenge-e-o-inverno/

Para os seres que nada viam ali a não ser entulho ou pedra sobre pedra talvez se regojizem agora e digam: "o conhecimento sobre a luz solar regularizaria as colheitas, por exemplo".

Creio que a luz possa ser um pouco mais que um grande relojão solar. Certa vez, em um encontro casual com um senhor de grande sabedoria, este me disse:
 - " Veja quanta luz há neste ambiente. Logo ali a mancha solar, mas aqui dentro a luz difusa, em pura desordem e em todas as direções. Com uma simples lupa alguém poderia concentrar os raios de luz e focar em algo. Com um pouco de esforço talvez esta mesma pessoa pudesse até produzir fogo. O que as pessoas precisam é de foco. Nunca perca seu foco".

Em outra ocasião ele me disse que todos temos um cristalzinho escondido na mente. alguns mais polidos, outros menos. mas um cristal exposto a luz sempre irá difundí-la.

Isso me fez lembrar de Jesus no Evangelho dos doze santos:


“A verdade única tem muitas faces, e uns só

vêem um lado, enquanto outros só vêem o outro

lado, e algumas pessoas vêem mais do que

outras, conforme lhes é dado ver.

Vede este cristal: assim como uma só luz se

revela por doze faces, sim, em quatro vezes

doze, e cada face, por sua vez, reflete um raio

da luz, uns percebem uma face, outros vêem

outra, porém o cristal é um só e também uma

só a luz que ele irradia em todas. […] Assim é

com a verdade.”


Segundo Blavatsky, em a Doutrina Teosófica: Pitágoras definia sua GNOSIS como "hé gnosis ton ontos" ou o o conhecimento das coisas que são.

O conhecimento da verdade absoluta parece ser o caminho que a humanide percorre há séculos. E tentamos ao longo dos últimos milênios trancrevê-las pelas nossas próprias palavras, gestos e construções.

Como já dizia ou dizem que dizia, Lao-Tsé:

"Uma longa caminhada começa sempre pelo primeiro passo".

Quantos você já deu?

quarta-feira, 1 de julho de 2009

CLIQUE PARA ACESSAR A NBR-9050/2004


SIA (Símbolo Internacional de Acessibilidade)

CAROS ALUNOS E COLEGAS:
ACESSO RÁPIDO À NBR-9050/2004